VIDA PERFUMADA

 ANALUZ SANGIORGI
             
Ninguém ,de mim ,
rédeas recebeu.
Quem por mim passou,
freios,
não me colocou.
 

Quis ser livre,
a vida me livrou,
que me tocaiassem,
que eu não pensasse por mim.

Ser humano, imperfeito,
me criei.
À ninguém, o mal desejei,
e, muito bem,
a mim fizeram.

Indivíduo, nada individualista,
continuo, por aí,
amando amar....

Sou fraterno ,
quando, vejo a dor ao lado.
Sempre fora de moda,
não cometeria
deselegância de pagar,
para ver.

A mim, simples mortal,
foi dado o discernimento,
entre o bem e o mal.

Possuindo esse previlégio,
o que mais deveria,
querer, também,
se escolhi ficar com o bem? 
    
07/18/09 05:57:00

Todos os créditos a quem de direito.

Som: Chão de Estrelas.

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