Vivo nos ponteiros inativos das
altas horas, trincados estão os espelhos-magias da noite! A lua
fechou o olhar, recolheu as estrelas, sono desperto em insônia a alma
devora…
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Do outro lado do tempo ventos em
açoite, em toda madrugada há pontes de encontros; estou distante, já
não me cabe mais vê-las… A poesia da vida só me oferta
desencontros!
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Estanquei emoção e dor, coração em
fase terminal! Juro, até tentei voar num sonho audaz e sem
asas buscando em pontos incertos a luz, como um sinal…
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Pensamentos incoerentes que se
aceiram por estradas tortuosas, o medo de não mais me achar entre as
psicoses silenciosas
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14/09/2010
Publicada no Pspcyber poesias sob o
registro nº 21b09193