| SILÊNCIOS Estranha quietude é o silêncio da dor, geme sua inquietude no silêncio do amor. Calada é a partida em silêncios que gritam... Silêncio é despedida, onde emoções se agitam. Silêncio molhado de saudade inundando a alma quieta, silêncio que adentra na eternidade da solidão, dura, escura, inquieta. De todos os silêncios me cubro, coração vazio, vida em afasia. Em seu olhar não mais descubro a paixão e seu doce desatino. Silêncio que nada fala e tudo diz, que se embrenha nas curvas do destino e se esparge qual pó de giz... Silêncio que mata, maltrata, que faz silente a noite e o dia e silencia minha maior poesia... 12/02/2009 |
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Anna Peralva Formatada com carinho, para a poeta.
Arte: Vera Jarude
Todos os créditos a quem de
direito.
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