Cizânia.

 

Faço toda poesia no limite:

Na amargura embrulho o verso,

No amor exponho o deleite.

Como um clamor me disperso.

 

Da regra não sou proficiente,

Mas dito na rima o progresso.

Acaricio a forma do verbete,

Espezinho a paz do processo.

 

Vivo a fase da frase vivificante.

Neste meu coração tonitruante,

Mora a paixão de um possesso.

 

Não refuto não sou retrocesso.

Mesmo parecendo transverso,

Das letras sou o eterno amante.

 

Gerson F. Filho.

 

http://gersonffilho.blog.terra.com.br/

http://www.gersonsfilho.blogger.com.br/

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Todos os créditos a quem de direito.
Arte Vera Jarude
 Script:http://www.annemaries.nl