Velame.

 

Ocupo-me da profundidade

Densa e azul de um oceano.

Submeto-me a saudade...

Que surge insuflando o pano.

 

Criando distância e insanidade.

Pois o coração caturra indômito

No fascínio de uma fatalidade,

Que se acerca do meu destino.

 

Esse instinto me diz a verdade.

Bordejar sempre; sem fundeio!

Nas lembranças sentir vontade.

 

Naquele calor do teu abraço.

Minha alma então em zênite,

Do meu espírito; fazer mormaço.

Gerson F. Filho.

 

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Todos os créditos a quem de direito.

Arte Vera Jarude

Formatada com carinho, para o poeta.

 

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