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Velame. Ocupo-me da profundidade Densa e azul de um oceano. Submeto-me a saudade... Que surge insuflando o pano. Criando distância e insanidade. Pois o coração caturra indômito No fascínio de uma fatalidade, Que se acerca do meu destino. Esse instinto me diz a verdade. Bordejar sempre; sem fundeio! Nas lembranças sentir vontade. Naquele calor do teu abraço. Minha alma então em zênite, Do meu espírito; fazer mormaço. Gerson F. Filho.
www.gersonffilho.recantodasletras.com.br Todos os créditos a quem de direito. Arte Vera Jarude Formatada com carinho, para o poeta.
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