Viu!
 

Bebi o pragmatismo estático dos teus olhos.
Enquanto a tua sentença difusa vergava minha opinião.
Esta minha vida se esgotando entre teus abraços,  e discernimento ocultando-se, por receio da  especulação proveniente destes marcantes lábios, que sempre me envolvem em intensa profundidade.
 
Onde o desejo e sua liturgia, comandam o fremir de um espaço, limites, nesta hora!
Meu bem;  já se perderam.
 
A porta abriu, eu você e um, porém.
Um algo que se foi naquela estrela que nos seduziu.
Viu! Como minha boca te encontrou.
 
 
Gerson F. Filho.

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  Todos os créditos a quem de direito.

Formatada com carinho, para o escritor.

Arte Vera Jarude

 

 

 

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