Desvios do
coração
De mim terás eternamente
O apego pelas
tuas coisas
Virtudes, defeitos, para mim
são
Desvios do
coração
Quem pode julgar uma
mulher
Que me amou até ser
confusão
Depois me rejeitou,
cansada
Exausta de
paixão?
Como despir uma mulher do
amor
Que fez do amor seu modo de
viver
Por bons caminhos e maus
caminhos
No equilibrio do espinho e a
flor?
E porque estas aí tão
inibida
Me escondendo jeitos
sensuais?
Não nos deixemos por
enquanto
Hoje, amanhã e nunca
mais
Joao das
Flores

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