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SIGNOS
Agora somos
plurais,
um punhal que
acaricia,
um beijo que
fere.
O cio das
marés
sob o
brilho da lua,
nossos
pés plantam caminhos
na
memória das praias.
Absolutos,
somos a
plena agonia
que resta
de nós:
água e
terra
promovem
nossos encontros.
O segredo
dos astros
entre
arrecifes e corais.
A
ressurreição em carne e
osso
de
futuros sóis.
Plurais,
mortos em
mar,
somos
signos da vida,
sentimento das
águas
que sabem
se dar.
Todos os créditos a quem de direito.
Imagens Internet.
Formatada com carinho, para o
poeta.Voltar
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