A INOCÊNCIA DE AMAR COM
MAIS
TERNURA
Luiz
Poeta
Luiz
Gilberto de Barros
Às
20 h e 54 min do dia 24 de outubro de 2008 do Rio
de janeiro
na
Abençoada Arte de Vera Jarude
O
amor não mata a vida... a vida o
mata,
e
se o sonho que o habita se
transforma
em
desejo, o prazer não segue a norma
da
razão... pois a paixão
é insensata.
Se
a loucura aperta o nó que
aprisiona,
o
amor na solidão que a dor retrata,
o
afeto mais profundo é que
desata
essa
angústia que maltrata e emociona.
A
paixão jamais será definitiva,
mas
a sua pobre força destrutiva
é
capaz de aprisionar tanta
amargura,
que
o amor, que não suporta a intransigência
do
desejo, há de buscar mais
coerência
na inocência
de amar com mais ternura.