O INVISÍVEL SER VISÍVEL
Luiz Poeta
Luiz
Gilberto de Barros - às 23 h e 25 min do dia 22 de agosto de
2010,
para a
sensibilidade da minha amada irmã de poesias, imagens e
sensibilidade
Vera
Jarude.
O que é visível no silêncio mais
sensato
E é invisível na ausência que se
tenha,
Torna mais viva cada face de um
retrato,
Por mais manchada seja a cor que ele
contenha.
O invisível sempre
torna-se presente
Na alma sensível de quem não o
ignora
Porque por mais que um coração se torne
ausente,
O seu presente é o ausente que foi
embora.
O que é visível vive na melhor da
saudade,
Quando a vontade de amar
sinceramente
Torna presente a face da
felicidade
Que de repente faz pulsar um
coração
Com suavidade e na saudade que se
sente,
O ser ausente toma a vez da
solidão.