Morte de um Amor

 

 

Os dias vão passando lentamente,

Misturamos o ontem com o agora,

E aquele amor que parecia aderente,

Descolado está e – ainda bem-, foi embora.

 

 

De repente descobrimos que a paixão,

Aquele desejo louco de estar sempre junto,

Não passa agora de uma imatura ilusão

E nem queremos mais tocar no assunto.

 

 

Morreram sonhos, esperanças e paixões,

Renascendo a realidade mais madura.

Nem pensar nas tolas e ingênuas pretensões

Que quase toda uma vida sempre dura.

 

 

Linda e adorável essa bela descoberta.

Não ficamos presos àquele ilusório amor,

Deixando que a alma fique sã e mais liberta

Longe daquele fascínio louco e afligidor.

 

 

 

Ruth Olinda Gentil Sivieri

 

Esmeraldas- MG 28/09/2008

 

 

Todos os créditos a quem de direito.

Formatada com carinho.

Arte Vera Jarude.

 

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